Cardiologia Pediátrica - Perguntas respondidas
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Em crianças, a dor no peito dificilmente é por causa de algum problema cardíaco. O mais provável é que seja muscular ou até gases! Mas leve no cardiologista sim, porque é importante excluir qualquer causa cardíaca.
Drª. Renata Mattos SilvaCardiologia PediátricaHemodinâmica e Cardiologia IntervencionistaRio de Janeiro / RJSolicitar agenda
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Olá. Geralmente crianças pequenas que não colaboram com a execução de exames são sedadas com medicações modernas e muito seguras. Alguns colegas médicos solicitam avaliação do cardiologista pediátrico querendo saber se existe algum problema cardíaco que possa contraindicar a sedação. A imensa maioria das intercorrências durante a sedação das crianças, de qualquer idade, é a parada respiratória, porque os sedativos podem deprimir o centro respiratório e, se o médico executor do exame ou anestesiologista não identificar essa parada respiratória e corrigi-la com oxigenação e ventilação, a criança evoluirá para uma parada cardiorrespiratória. Dificilmente o sedativo utilizado irá causar algum problema no coração, mesmo que esse coração seja doente.
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O forame oval é uma abertura que permite a comunicação entre o átrio direito e átrio esquerdo, o que é obrigatório na vida fetal. Após o nascimento, ele se fecha sozinho, mas em algumas pessoas ele permanece aberto; dizemos então que há um forame oval pérvio, ou forame oval patente. Com 4 meses, pode ser que ele ainda feche, mas não se preocupe com isso, porque ele não traz nenhum problema para o seu bebê.
Drª. Renata Mattos SilvaCardiologia PediátricaHemodinâmica e Cardiologia IntervencionistaRio de Janeiro / RJSolicitar agenda
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Sim, essa condição necessita de correção cirúrgica, porque a longo prazo tem consequências na vasculatura pulmonar. Porém, não é uma urgência, com 1 ano e 9 meses ela provavelmente pode aguardar para operar. Mantenha o acompanhamento clínico regular com o cardiopediatra, ele vai indicar o melhor momento.
Drª. Renata Mattos SilvaCardiologia PediátricaHemodinâmica e Cardiologia IntervencionistaRio de Janeiro / RJSolicitar agenda
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Olá! A dislipidemia é um fator de risco para o desenvolvimento de aterosclerose no futuro. Em pacientes de 2-10 anos o tratamento inclui inicialmente mudanças alimentares (dieta pobre em gordura principalmente insaturada) e de hábitos de vida (introduzir à prática de atividades esportivas). O uso de medicamentos acaba sendo realizado somente caso tais medidas não surtam efeito ou no caso da ocorrência de quadro relacionado a aterosclerose. Marque uma consulta com um cardiopediatra para ter o tratamento direcionado ao caso da sua filha. Abs.

