Psicoterapia - Perguntas respondidas
-
Se ainda pensar em melhorar sua relação com seu marido, deve procurar uma terapia de casal. Neste tipo de contexto, o terapeuta procura explorar os problemas do casal e, sem julgar quem está certo ou quem está errado, procura ajudar o casal a entender-se melhor e a procurar soluções criativas para seus problemas.
Se seu marido não aceitar ou se você já tiver desistido do casamento, procure uma terapia individual. Neste contexto, você também pode conversar com o terapeuta sobre as possibilidades de melhorar seu relacionamento. Ele vai procurar ajudá-la a entender-se melhor e a procurar soluções criativas para aproximar o casal e melhorar sua qualidade de vida. Se já tiver desistido do casamento, a terapia continuará sendo útil no sentido de você entender os processos que podem ter levado vocês a chegarem onde estão e, no futuro, prevenir pelo menos uma parte dos problemas. Além disso, a terapia pode ajudá-la a decidir e superar uma eventual separação. -
Tente perceber se você está no climatério ou tendo sintomas destes. O casamento precisa de reciclagem, sempre. Será mesmo que você está descontente com o casamento/marido ou será que está colocando sua insatisfação pessoal neste casamento/marido? O que quero dizer é que talvez você já esteja há algum tempo insatisfeita com você também nessa relação e está com dificuldade de reconhecer. Oriento a procura de um profissional psicólogo. Abraços.
Thereza Christina Goulart Tavares de LimaPsicoterapia
-
A maioria destes casos pode ser resolvida por psicólogos (pessoas que se formam em Faculdades de Psicologia e que, em sua maioria, avaliam e tratam deste tipo de casos).
Entretanto, é sempre interessante fazer, inicialmente, uma avaliação com um psiquiatra (médico especializado em problemas mentais/emocionais) porque, em alguns casos, pode ser detectado um problema mental mais grave como, por exemplo, uma depressão. Nestes casos, pode haver necessidade de um tratamento diferente. Por outro lado, se o psiquiatra avaliar que não há nenhum problema na área dele, poderá fazer ele próprio a psicoterapia (quando tiver formação para tal) ou encaminhar para um psicólogo.
Resumindo, é mais seguro iniciar a avaliação através de um psiquiatra. -
Importante prestar atenção, pois ela está na puberdade - fase que antecede a adolescência - e ela deve estar se sentindo muito diferente das amigas. Na fase da adolescência vivemos três lutos. Luto dos pais da infância, luto dos pensamentos da infância e luto do corpo infantil. Cada um de nós se desenvolve de acordo com suas cargas hereditárias e genéticas. É uma fase aonde ela sente que ninguém a entende, pois nem o próprio adolescente se entende. Afinal tudo está mudando. O corpo já não é mais o mesmo, as pessoas também vão se modificando a partir do trato com ela, pois já não é criança, mas também não é adulto. Muitas vezes essa fase para os próprios pais é difícil, afinal significa que aquela menininha já está se tornando uma mocinha. Resultado, "estamos envelhecendo". Converse bastante com sua filha e tente se aproximar dela e entendê-la. Talvez você esteja muito ansiosa com isso, o que acontece e, sem perceber, pode ficar um pouco atrapalhada. Talvez seja importante você procurar um especialista psicólogo. Abraços.
Thereza Christina Goulart Tavares de LimaPsicoterapia
-
Se você tem uma audição exagerada (hiperacusia) de sons comprovadamente presentes no ambiente (ou seja, outras pessoas presentes também ouvem os sons), deve insistir no tratamento com otorrino ou otoneurologista. Ruídos não inteligíveis constantes também podem ser devidos a um quadro de "tinnitus" também tratados por otorrinos e otoneurologistas.
 
Se você ouve sons ou falas que outras pessoas presentes (e com audição normal) no ambiente não ouvem, pode estar tendo alucinações. Tirar conclusões de que pessoas no ambiente estão conversando sobre você secretamente pode, por vezes, ser sintoma do que se chama de delírio.
 
Você deve consultar um bom psiquiatra, de boa formação. Sendo médico, saberá diferenciar transtornos psíquicos daqueles que têm origem no aparelho auditivo.
-
O seu problema de audição pode estar relacionado ao DPAC (Distúrbio do Processamento Central Auditivo) não é considerado uma doença, mas apenas uma disfunção que tem cura. É a dificuldade de processar e selecionar as informações adquiridas. É grande a importância de um trabalho multidisciplinar que integre os Fonoaudiólogos, Psicólogos, a família, os professores e psicopedagogos para apoiarem a pessoa com DPAC.
Elisia Pinto AlfradiquePsicoterapia
-
Situações de separação podem fazer sofrer e algumas pessoas são mais sensíveis que outras. Também, algumas separações são mais penosas que outras. Isto é normal, pode passar com o tempo, mas uma psicoterapia pode ser útil, sim, em ajudar você a lidar com a situação.
 
Entretanto, por vezes, situações estressantes como uma separação desencadeiam, em algumas pessoas, quadros de depressão: o pesar, a tristeza e o desânimo são mais profundos e prolongados e a pessoa passa a não conseguir vivenciar os aspectos positivos da vida; por vezes, há alterações de apetite (para mais ou para menos), do sono (para mais ou para menos) e mesmo da capacidade de concentrar-se nas tarefas do dia-a-dia (principalmente naquelas mais intelectuais). Frequentemente ocorre uma grande quantidade de pensamentos tristes.
 
Se for um caso de depressão, geralmente a pessoa deve tomar remédios para aliviar. Estas medicações têm poucos efeitos colaterais e não causam dependência.
 
Somente um psiquiatra pode diferenciar a depressão da simples tristeza e luto e indicar o tratamento correto. Assim, seria interessante procurar um psiquiatra. Se seu caso for somente de psicoterapia, ele saberá orientá-la.
-
Sim, a psicoterapia ajuda. Antes de mais nada é importante você entender que toda perda-luto precisa ser vivido, isso até certo ponto é normal e esperado. Quando há uma separação vários sentimentos são vividos e revividos. Afinal o investimento feito não ocorreu como o previsto. Importante pensar também qual sua participação nessa separação. Lembre-se que você têm que ser sua melhor amiga. Invista em você. Abraços.
Thereza Christina Goulart Tavares de LimaPsicoterapia
-
O exame neuropsicológico se baseia no fato de que algumas áreas cerebrais se relacionam diretamente ao desempenho da pessoa numa série de áreas cognitivas.
 
O exame neuropsicológico geralmente é feito por psicólogos especializados em neuropsicologia. Procure aqueles que tiveram uma formação teórica e prática longa (pode durar até dois anos), em instituições de ensino confiáveis.

