
Dr. Ivan Mario Braun
- Psiquiatra ,
- Psicoterapia
- CRM: 57449 / SP
- 115074



HUEndereço de atendimento

Consultório Dr Ivan Mario Braun - psiquiatra e psicoterapeuta
CEP: 01454-010
- Atendimento Particular
- PARTICULAR
- Somente Particular
Em Psiquiatria, Psicoterapia os pacientes também escolhem:
Formação acadêmica
2009 - 2012 | Doutorado em Psiquiatria pelo(a) Faculdade de Medicina da Usp (Brasil). |
1992 - 1996 | Mestrado em Psiquiatria pelo(a) Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Usp (Brasil). |
1987 - 1989 | Especialização em Psiquiatria pelo(a) Departamento E Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Usp (Brasil). |
1980 - 1986 | Graduação em Medicina pelo(a) Faculdade de Medicina da Usp (Brasil). |
Instituições com as quais possui vínculos
- Psiquiatra no(a) Fundação Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo de 05/07/2014 até 10/04/2024.
- Corpo Clínico no(a) Hospital Sírio-Libanês de 01/10/2017 até hoje.
- Corpo Clínico no(a) Hospital Israelita Albert Einstein de 10/10/2013 até hoje.
Doenças tratadas
- Alcoolismo
- Dependência de Heroína
- Dependência de Morfina
- Depressão Pós-Parto
- Estresse
- Psicoses Alcoólicas
- Psicoses Induzidas por Substâncias
- Transtorno Amnésico Alcoólico
- Transtorno do Comportamento do Sono REM
- Transtorno por Uso de Tabaco
- Transtornos da Cefaléia Primários
- Transtornos da Comunicação
- Transtornos da Consciência
- Transtornos de Enxaqueca
- Transtornos de Tique
- Transtornos Induzidos por Álcool
- Transtornos Relacionados ao Uso de Álcool
- Transtornos Relacionados ao Uso de Anfetaminas
- Transtornos Relacionados ao Uso de Cocaína
- Transtornos Relacionados ao Uso de Opióides
- Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias
Prêmios e títulos
- Doutorado
Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (Brasil) 2012. - Mestrado
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Brasil) 1996.
Idiomas
Alemão compreende bem, fala fluentemente, lê bem, escreve bem.
Espanhol compreende razoavelmente, fala pouco, lê bem, escreve pouco.
Francês compreende pouco, fala pouco, lê bem, escreve pouco.
Húngaro compreende bem, fala fluentemente, lê bem, escreve bem.
Inglês compreende bem, fala fluentemente, lê bem, escreve bem.
Italiano compreende bem, fala razoavelmente, lê bem, escreve pouco.
Produção bibliográfica
- BERNIK, M.A.; BRAUN, I. M. Abuso e dependência de ansiolíticos e hipnóticos benzodiazepínicos. São Paulo: Edimédica, 2010. 161-6.
- BRAUN, I. M. Potencial de abuso de benzodiazepínicos.. São Paulo: Edimédica, 2010. 155-60.
- TAVARES, H.; FAGUNDES, G.; PEÇANHA V. de C.; DALTIO, C.S.; BRAUN, I. M. VIRANDO O JOGO - MANUAL DOS PACIENTES. 1a. SÃO PAULO: LEITURA MÉDICA, 2008. 78 P.
- BRAUN, I M; DE NUCCI, G; TAVARES H; BERNIK M. Abuse liability of intra-nasal midazolam in inhaled-cocaine abusers. European Neuropsychopharmacology: Elsevier, 2008. 723-8. ISBN/ISSN: PMID: 18620849 [PubMed -.
- BRAUN, I. M. DROGAS - PERGUNTAS E RESPOSTAS. SÃO PAULO: SUMMUS EDITORIAL, 2007. 194. ISBN/ISSN: ISBN 978-85-7255-048-2 1..
- BRAUN, I. M. ASC: what does it measure and predict?. Revista Brasileira de Psiquiatria: Scielo, 2007. 198-9. ISBN/ISSN: PMID: 17639269.
- SIKTER A; FRECSKA E; BRAUN, I. M.; GONDA X; RIHMER Z. The role of hyperventilation: hypocapnia in the pathomechanism of panic disorder.. Revista Brasileira de Psiquiatria: Scielo, 2007. 375-9. ISBN/ISSN: PMID: 17713689.
- FOCCHI, G.; BRAUN, I. M. Tratamento farmacológico do tabagismo. Revista de Psiquiatria Clínica: Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 2005. ISBN/ISSN: ISSN: 1806-938X.
- BERNIK M; CORREGIARI FM; BRAUN, I. M. Panic attacks in the differential diagnosis and treatment of resistant epilepsy.. Depression and Anxiety: New York, NY : Wiley-Liss, c1997-, 2002. 190-2. ISBN/ISSN: PMID: 12112726.
- BRAUN, I. M. DEPRESSÃO - ENTENDA MELHOR OS TRANSTORNOS DO HUMOR. São Paulo: Maltese, 1994. 75. ISBN/ISSN: 8571804753, 9788571804753.
Videos

TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS
Na internet, há muitas informações sobre transtornos psiquiátricos, porém nem todas são confiáveis. O objetivo deste ...
Dr. Ivan Mario Braun
| Recomendado: | |
| Atenção: | |
| Pontualidade: | |
| Instalações: |
| Recomendado: | |
| Atenção: | |
| Pontualidade: | |
| Instalações: |
-
Você deve ler na bula de cada medicação que for tomar, se contém lactose. Vai depender do excipiente. Mas, a alergia à lactose tem vários graus: nem todos que têm alergia à lactose num grau que não possam nem tomar algum comprimido que contenha lactose.
-
Em crianças, principalmente abaixo dos 14 anos, evitam-se ao máximo as medicações. Mas, por vezes, não há outras soluções. Não tem como dizer, sem conhecer o caso dela pessoalmente, se a indicação está correta. Também, não tem como concluir, sem conhecer os aspectos técnicos do caso dela e o funcionamento da medicação, se é ela que deixou sua filha agressiva. Tudo isto precisa ser analisado por quem estudou para isto (psiquiatra). Você pode voltar ao psiquiatra que a atendeu e explicar o que está acontecendo ou, eventualmente, pedir uma segunda opinião, em consulta com outro(a).
-
Há vários transtornos ansiosos e nem todos têm a mesma indicação de tratamento de primeira linha. Por exemplo, há medicações aprovadas para o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e não para a fobia social. A venlafaxina é um tratamento muito bom para todos os transtornos de ansiedade, porém não é a primeira a ser usada: geralmente se usam inibidores seletivos de recaptação de serotonina, menos potentes, como primeira opção e só se parte para medicações como a venlafaxina se estes não derem resultado suficiente. A bupropiona é, talvez, o único antidepressivo que NÃO é indicado em transtornos ansiosos. O lítio pode potencializar a ação da maioria dos antidepressivos e, em casos que não têm resposta a outras medicações, eventualmente pode ser acrescentado no tratamento do TAG, mas não se faz isto de rotina, pois há medicações com um perfil de efeitos colaterais melhor que o lítio, que exige controle de concentração no sangue, da função renal e da tireoide, sem o que se corre o risco de ele ser tóxico. Portanto, se o diagnóstico for APENAS de TAG, o tratamento não estaria correto ou, pelo menos, só estaria correto se outras opções tiverem sido tentadas, antes de se prescrever esta que você descreve.



