
Dr. Rafael de Abreu Moraes 
- Dermatologista
Em Dermatologia os pacientes também escolhem:
Endereço de atendimento
Consultório Dr. Rafael Moraes
CEP: 30180-061
- PARTICULAR
Formação acadêmica
2009 - 2012 | Especialização em Residência Médica (pnrm) pelo(a) Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil). |
2002 - 2008 | Graduação em Medicina pelo(a) Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil). |
Instituições com as quais possui vínculos
- Formação no(a) Serviço de Dermatologia da Ufmg de 01/02/2009 até 01/02/2012.
- Membro Titular no(a) Sociedade Brasileira de Dermatologia de 01/04/2012 até hoje.
Doenças tratadas
- Acne Vulgar
- Ceratose Seborréica
- Dermatite Atópica
- Dermatite de Contato
- Hemangioma
- Melanose
- Nevos e Melanomas
- Psoríase
- Urticária
- Verrugas
Procedimentos
- Cauterização
- Crioterapia
- Radiocirurgia
Prêmios e títulos
- Título especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia
SBD (Brasil) 2012.
Idiomas
Espanhol compreende razoavelmente, fala pouco, lê razoavelmente, escreve pouco.
Inglês compreende bem, fala fluentemente, lê bem, escreve bem.
Português compreende bem, fala fluentemente, lê bem, escreve bem.
Videos
MÉDICOS FAZEM MUTIRÃO PARA COMBATER CÂNCER DE PELE - TV ASSEMBLÉIA MG
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Olá! O tratamento para psoríase segue um protocolo, que basicamente se inicia com tratamentos tópicos que possuem eficácia variável, de acordo com o grau da gravidade da psoríase. Caso não ocorra melhora, dispomos da fototerapia ou de um imunossupressor chamado Metotrexate. Em caso de falha ou indisponibilidade de tais tratamentos, partimos para o uso dos imunobiológicos, cujos fármacos mais recentes possuem eficácia (PASI) altíssima, com excelente tolerabilidade.
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Olá! Nos últimos três anos, o tratamento da psoríase evoluiu significativamente com novos medicamentos que bloqueiam as interleucinas IL-17 e IL-23 (pequenas proteínas que atuam como mensageiros químicos no sistema imunológico), melhorando os sintomas. O objetivo desses tratamentos hoje é atingir melhoras acima de 90%. Essas terapias oferecem controle mais específico da inflamação.
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O uso da bilastina por longos períodos costuma ser bem tolerado, principalmente ao observarmos os pacientes portadores de urticária crônica, que precisam usar anti-histamínicos por muitos meses. Os efeitos colaterais mais comuns da bilastina são dor de cabeça, tontura, dor abdominal e, às vezes, sonolência leve, náuseas, boca seca.