Ivan Mario Braun
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Normalmente, o uso do clonazepam é contraindicado em idosos, pois aumenta os riscos de quedas e traz prejuízos de memória. De qualquer forma, as doses não são calculadas desta forma. Converse com o médico da pessoa e não administre nenhum medicamento sem ter sido prescrito pelo médico.
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Tem tratamento, geralmente eficaz e que, na maioria das vezes, permite às pessoas levarem vida normal. Mas, na maioria dos casos, também, não se recomenda parar o tratamento, sobretudo se a pessoa tiver tido mais de um episódio ou se tiver tido um único episódio, mas ele tiver sido longo.
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Olá! Qual é a sua pergunta?
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Depende de cada caso. Há muitas medicações - as mais usadas são, atualmente, os inibidores seletivos de recaptura de serotonina (ISRS), mas também se usam medicações duais, buspirona, tricíclicos (dependendo do caso), pregabalina e, em geral, de modo provisório (o uso prolongado é contraindicado, na maioria dos casos), benzodiazepínicos ("tarja preta"). Há também tratamentos medicamentosos, como terapia cognitivo-comportamental ou eletroconvulsoterapia (em casos de depressões graves).
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Deve perguntar ao médico anestesista que fica disponível, nas clínicas e hospitais nos quais se realizam este tipo de exame. Ele vai calcular de acordo com seu peso, remédios que eventualmente já toma e outros parâmetros. Não há como dar resposta, por aqui, sobre dosagens de medicações - que devem ser individualizadas. E se, além de ter fobia em situações raras, elas se repetem de modo mais frequente (claustrofobia), seria indicado procurar um tratamento cognitivo-comportamental, que apresenta excelentes resultados para transtornos fóbicos.
