Ivan Mario Braun
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A dose máxima é individual, dependendo de fatores como peso, idade, uso de outras drogas e grau de habituação ao alprazolam (em usuários crônicos). E a dose máxima, para você, é a que seu médico prescreveu. Não use nem mais, nem menos.
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Com base no algoritmo de interações do Medscape*, ocorrem as seguintes interações entre o escitalopram e os vários componentes dos remédios que listou. Mas, cabe ao médico prescritor saber se convém prescrever simultaneamente estas medicações. Sempre que for a um médico, relate os remédios que já toma, para que ele possa prescrever os novos levando em conta as possíveis interações. Se você fizer isto, provavelmente só tomará remédios cujas interações não vão prejudicar você.
Escitalopram + ciclobenzaprina
escitalopram e ciclobenzaprina aumentam os níveis de serotonina.
escitalopram + di-hidroergotamina
escitalopram e di-hidroergotamina aumentam os níveis de serotonina.
escitalopram + metoprolol
escitalopram aumenta os níveis de metoprolol por diminuir o metabolismo.
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Infelizmente, "incômodo na nuca" é uma queixa muito ampla, não sendo possível saber o que você está sentindo. Nos primeiros dias ou poucas semanas de uso, em algumas pessoas, por exemplo, o escitalopram pode causar dores de cabeça. Algumas pessoas, também no início do tratamento, podem ter sintomas físicos semelhantes aos causados pela ansiedade como, por exemplo, formigamentos. Converse com seu psiquiatra.
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Não costuma levar a reações alérgicas. Segura, se usada corretamente. As diretrizes internacionais são de no máximo um mês e meio de uso, na maioria dos casos. Semelhante ao diazepam, pois são do mesmo grupo - os benzodiazepínicos.
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Idoso, até prova em contrário, não deve tomar Rivotril* (clonazepam), pois a droga leva a riscos de queda e prejuízos de memória e, além disto, tem uma meia-vida muito longa (30 a 40 horas para reduzir para a metade a concentração, no sangue), indesejável em idosos.