Ivan Mario Braun
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Deve perguntar ao médico anestesista que fica disponível, nas clínicas e hospitais nos quais se realizam este tipo de exame. Ele vai calcular de acordo com seu peso, remédios que eventualmente já toma e outros parâmetros. Não há como dar resposta, por aqui, sobre dosagens de medicações - que devem ser individualizadas. E se, além de ter fobia em situações raras, elas se repetem de modo mais frequente (claustrofobia), seria indicado procurar um tratamento cognitivo-comportamental, que apresenta excelentes resultados para transtornos fóbicos.
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Normalmente, não se faz esta associação, devido a interações potencialmente perigosas e, também, normalmente não há indicação para este tipo de associação. No entanto, sem conhecer pessoalmente seu caso, não há como saber se, para você, é realmente indicado. Se for o caso, os riscos dependem de sensibilidade individual e das doses utilizadas. Deve conversar com seu psiquiatra.
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A bula da medicação não fornece este dado. Você pode se informar na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De qualquer forma, dependendo do grau de intolerância à lactose, algumas pessoas não devem tomar comprimidos que contenham lactose. Mas, há pessoas cuja intolerância não impede o uso. Converse com seu médico a respeito.
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Não pode. São medicações com mecanismo de ação completamente diferente. Além disto, na maioria dos casos, o diazepam deve ser utilizado por não mais que algumas semanas, pois pode levar a dificuldades de memória, além de risco de quedas, em pessoas mais idosas (a partir da meia-idade já há relatos). A paroxetina, por outro lado, é uma medicação muito segura, quando corretamente indicada.
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NÃO se pode dar clonazepam a uma idosa de 97 anos: os riscos de queda, dificuldades de memória e confusão mental são muito grandes. Deve consultar um psiquiatra com experiência em insônia e transtornos do sono, para ver qual o melhor tratamento para sua mãe.
