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Ivan Mario Braun

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INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA DE CARBAMAZEPINA E BACTRIN.
  • A carbamazepina diminuirá o nível ou o efeito do sulfametoxazol ao afetar o metabolismo de uma enzima do fígado, a CYP2C9/10. O sulfametoxazol aumentará o nível ou o efeito da trimetoprima por competição básica (catiônica) pela depuração nos rins. Ambas as interações não impedem, em princípio, o uso conjunto das medicações, pois são consideradas pouco significativas. Cabe ao médico prescritor avaliar os riscos para cada paciente, com base no perfil clínico. Portanto, parte-se do princípio que, se o profissional que prescreveu os remédios é capacitado e cuidadoso, não haverá problemas.

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    Dr. Ivan Mario Braun
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Procuro um psiquiatra especialista em Síndrome da Fadiga Crônica (SFC), também conhecida como Encefalomielite Miálgica (EM) para tratar do meu filho de 21 anos.
  • Todo psiquiatra com boa formação e experiência deve saber diagnosticar e tratar. Além do tratamento medicamentoso, é importante excluir causas clínicas e mapear eventuais componentes psicológicos/comportamentais, para que possa ser ajudado por completo.

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Meu neto é autista nível 1. Tem 6 anos e toma 1ml ao dia, dividido em duas tomadas, do Aristab 1mg/ml uso adulto. Isso é necessário?
  • Não há como responder, sem avaliar seu neto. Não existem medicações específicas para o transtorno do espectro autista, até porque se trata, provavelmente, de um diagnóstico que engloba muitas causalidades diferentes. No entanto, usam-se medicações psiquiátricas de rotina, quando há diagnóstico de um transtorno psiquiátrico adicional e que seja tratado medicamentosamente (por exemplo, episódio depressivo maior, transtorno de ansiedade generalizada etc.). O Aristab* (aripiprazol) é indicado, em alguns pacientes, para diminuição de comportamentos agressivos potencialmente perigosos - mas, sempre se deve lembrar que, para qualquer comportamento do autista, o mais importante é identificar quais são os gatilhos e o que o mantém se comportando da forma desadaptada, algo que é feito por profissionais com experiência em terapia comportamental.

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Boa noite. Preciso de um especialista em vício em pornografia. Alguém pode me ajudar?
  • Procure um psiquiatra com experiência em transtornos de controle dos impulsos e dependências comportamentais. A avaliação psiquiátrica é importante para descartar comorbidades (por exemplo, quadros de depressão ou ansiedade podem piorar a compulsão e, se tratados, ela pode melhorar). Em seguida, o próprio psiquiatra ou um psicólogo poderá tratar o vício em pornografia através de técnicas comportamentais, pois não há medicações específicas para este tipo de problema.

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Boa noite. Minha mãe está com esquecimento, já fizemos a ressonância, está tomando medicação, devo levar ao geriatra dela para avaliar?
  • Leve a um psiquiatra ou neurologista com experiência em quadros demenciais.

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