Ivan Mario Braun
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A Atensina* é a clonidina, de modo que o que é relevante é usar clonidina de qualquer fabricação, na mesma concentração e posologia da Atensina*.
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É possível que uma parte dos efeitos tenha sido do escitalopram e outra parte tivesse outras causas, outros componentes da "fórmula" ou mesmo causas extrínsecas ao composto. Qual a pergunta?
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Depende da indicação, pois clonidina é indicada em patologias tão diversas quanto elevações de pressão arterial, dependência de opioides e transtorno de Gilles de la Tourette.
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Trata-se de um fitoterápico, extrato de três plantas: valeriana, cratego e Passiflora. Seu uso não é cientificamente comprovado (o que não significa que não funcione, apenas que seria melhor esperar até que sejam devidamente estudados os efeitos das substâncias que compõem os extratos).
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Não há contraindicação do uso de zolpidem conjuntamente com escitalopram. Porém, deve-se lembrar que o zolpidem não cura a insônia, apenas trata a insônia inicial (dificuldade de iniciar o sono) e apenas enquanto estiver no organismo. Também, após algum tempo de uso, pode levar a habituação e, com isto, a funcionar menos, sem que se aumentasse a dose. E, se a dose for aumentada a cada vez que ocorrer habituação, os efeitos colaterais (riscos de quedas durante a noite e problemas de memória) também aumentam. Assim, os estudos sugerem que não seja usado por mais que poucas semanas (segundo alguns autores, não mais que duas). Porém, se a insônia for devida a depressão ou transtorno ansioso tratável com o escitalopram e houver resolução do quadro de depressão ou ansiedade, geralmente é possível retirar o zolpidem, com o devido cuidado e a pessoa ficar sem insônia.