Ivan Mario Braun
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Além do tratamento clínico, através da reposição de vitamina B12, procure uma avaliação psiquiátrica, para investigar as causas de sua tensão e do estresse.
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Crises de quê? Epilépticas? Se forem, deve levar esta pergunta ao seu neurologista, que conhece os detalhes de seu caso e poderá orientar uma alteração de conduta, caso seja necessário. Não há como orientar, sem conhecer direito seu diagnóstico e sem ter avaliado você.
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A psoríase é uma doença autoimune, tratada por imunologistas, dermatologistas e reumatologistas. Como ocorre em muitas doenças e, sobretudo, nas autoimunes, o estresse psicológico e transtornos psiquiátricos como depressão ou transtornos de ansiedade podem exacerbar os sintomas. Assim, uma avaliação psiquiátrica, juntamente com a continuidade do tratamento clínico, é recomendável, em grande parte dos casos. Se vai "resolver o problema", é algo impossível de prever, como ocorre com qualquer tratamento, em medicina. Mas, possivelmente, vai ajudar.
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Infelizmente, não há medicações específicas para transtorno de personalidade borderline; alguns casos, por erro de diagnóstico ou pelo fato de o transtorno borderline ser um diagnóstico ainda pouco conhecido, na verdade são pessoas com transtorno bipolar subclínico e respondem bem a estabilizadores de humor (nenhuma das duas medicações que você toma é. E o alprazolam, na maioria dos casos, nem deve ser tomado em longo prazo, pelos efeitos colaterais e potencial de abuso). Quanto à psicoterapia, realmente é a principal abordagem, sobretudo a terapia comportamental dialética, criada pela psicóloga Marsha Linehan de forma quase específica para este tipo de transtorno. O tratamento da instabilidade, quando não se tratar de sintomas de bipolaridade, passa pelo desenvolvimento de um repertório comportamental para lidar com os gatilhos que desestabilizam o humor e da tolerância às oscilações emocionais (capacidade de atuar de modo a não piorá-las e a diminuir o sofrimento através de técnicas de aceitação, incluindo meditação de atenção plena).
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Se recomendaram avaliação com geneticista (suspeita de problemas de origem cromossômica ou genética), o próximo passo é consultar um(a) geneticista, conforme os médicos recomendaram. E basear a continuidade do tratamento nessa avaliação.
